"Semer une graine de silence et regarder l'Arbre de vie poindre » "Semear um grão de silêncio e contemplar o desbrotar da Árvore de Vida."
Mostrar mensagens com a etiqueta Darocha. Pliages. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Darocha. Pliages. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Etiquetas:
art,
Arte,
aviões,
barcos,
Buissonnière,
da Rocha,
Darocha,
Darocha. Pliages,
dobragens,
estrelas cadentes,
étoiles filantes,
Gandaia,
Láctea,
luiz da Rocha,
shooting stars,
Via
sábado, 5 de novembro de 2011
Confusão e criação.
A confusão, o
desperdício, a desordem, são como a sombra da criatividade. O que aparece de
novo neste século, ou melhor, nestes últimos 50 anos é a extraordinária
potencialidade criativa à qual muitos seres são convidados. Claro está, que bastantes
pessoas confundem criatividade, com expressão das suas pulsões ou ideias, é um
pouco como confundir “o barulho de uma cadeira que cai pelas escadas abaixo”
(1), com um som harmonioso duma flauta, dum piano, dum saxofone bem dominados.
A expressão das suas pulsões como arte, não vai mais além da fascinação de um campo
cheio de lixo e de destroços. É um desses sofismos que por aí circulam,
que aponta um caixote de lixeira como uma potencialidade artística. O
discernimento entre arte e expressões, não é inteligível se não existe escuta. Acontece
que o valor mercantil, passa desde há mais de 40 anos por um critério de valor
estético. Tal como no campo da especulação financeira, pode-se manipular virtualidades
como valores lucrativos.
Nesta idade de
dominante financeira, algo que coloca a transcendência como primeiro passo da
criatividade passa por uma aberração, um anacronismo, desde então as expressões
e as ideias podem servir facilmente de valores especulativos, visto ser o
materialismo consumista, que domina a maioria das relações entre indivíduos. As ditas “expressões” procedem habitualmente
segundo manifestos ou/e autismos discursivos - tagarelice. Quer dizer: na
expressão, nas ideias não existe sincronia com o Mistério da Vida, pois entram
num circuito fechado supostamente intimista, condicionados por doutrinas
niilistas, psicanalises, por toda essa intoxicação mental que se denomina desconstrução,
pois que e tentam e conseguem impor-se como totalidade, condição básica de
sobrevivência em coordenação com a finalidade especulativa financeira. Por
outros termos: o niilismo desconstrutivo é o manifesto da economia parasitária
dum capitalismo mundialista mórbido.
Cultivar, angústias,
fobias e identificações ávidas, estatutos, dos quais o de artista parece ser
relevante, sobretudo por ser um saco aonde se pode esconder tudo e mais ainda. Um
conto das 1001 noites conta o caso de dois mercadores que se disputam um saco,
cada um enumera o que lá tem dentro; há caroços de damascos e azeitonas,
frascos de perfume, camelos e caravanas, odaliscas muito sensuais, escravos
negros e pardais e muito mais. Claro que os dois fazem batota. Assim é a
expressão de si próprio, só que esta das 1001 noites é engraçada e marota,
enquanto a batota inevitável das expressões e ideias, é triste, mas tão triste…
Por outro lado a
criatividade, não reivindica e corre o seu fluxo, no acontece mais cedo ou mais
tarde, é o oposto da loucura, do pensamento fechado das ideias e expressões. No
entanto há que ter em conta que a fronteira entre as duas formas de actividade
é muito difícil de definir, portanto como foi escrito mais acima, é a possibilidade
da escuta e de diálogo (mesmo em silêncio) que permite de esclarecer e ouvir a
música. No desenho qual é a música que lá se entende quando para ele miramos?
(1)
Alvaro Magalhães, a propósito de um concerto de música contemporânea.
![]() |
| Tahara 1974. Galeria Entre.Luiz da Rocha. Dobragens. Paris |
domingo, 29 de novembro de 2009
Paper Boats Sea Tales
Je m'en sers, de bouteilles en plastique d’ 1/4 litre d'eau minérale, que je récupère, pour introduire des petits bateaux en papier, ensuite j’étiquette les bouteilles afin de les exposer. Ces bateaux en papier sont de toute évidence des messages, des livres inédits, probables cartes aux trésors, ce sont des Portulans d'une nouvelle espèce, voire, des missives provenant de la Voie Lactée. Les regarder et les tourner dans tous les sens à défaut de pouvoir les sortir des bouteilles pour les déplier. Ce sont de ces filons, très riches en énigmes, à peine si auparavant on les remarquait puisque ces pliages sont relégués aux innombrables « choses sans importance », comme la croyance utilitariste basique classe ce qui n’entre pas dans ses tiroirs à références et citations.
London - November 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
Potolans/Portulans 2
Les pliages que je trouve au hasard de mes randonnées en ville, je les garde tels quels ou bien pour certains je m’en sers comme support afin d’inscrire des signes de toute sorte : écrits, dessins, couleurs. Depuis 1970 j’ai ramassé, classé, étiqueté, accumulé des milliers de pliages, maintenant, je passe à des compositions.
Je considère que la plupart du temps chaque pliage signifie l’existence d’un seul auteur. Autant de pliages, autant d’auteurs, autant d’existences, de désirs, de possibilités.
D’autres encore seraient des plumes d'anges.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






